Diário Contemporâneo encerra 8ª edição com nove mil visitantes e muitas conquistas

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A 8º edição do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia chegou ao fim com um balanço muito positivo. Um público de quase nove mil pessoas visitou as exposições, além disso, palestras, encontros com artistas e oficinas ampliaram a percepção da arte e fomentaram a relação entre o público e as obras. O júri composto por Camila Fialho, Isabel Amado e Alexandre Sequeira avaliou 390 dossiês de todas as regiões do país. Foram 3 artistas premiados, 23 selecionados e 5 participações especiais. Artista convidado desta edição, o fotojornalista Geraldo Ramos, apresentou seu olhar pela Amazônia e mostrou que a fronteira entre o documental e arte é cada vez mais fina.

Exposição dos alunos da escola Cornélio de Barros. Foto: Rodrigo Correia

A programação da oitava edição começou com a palestra “Fotografia e o Circuito da Arte: entre o museu e a galeria”, da curadora e especialista em conservação, Isabel Amado, que ressaltou a importância do colecionismo e da formação de um mercado para as artes.

Para formar a equipe que atuou na ação educativa do projeto, os coordenadores Cinthya Marques e Rodrigo Correia realizaram a oficina “Olhar e ser visto: práticas educativas na poética do retrato”, que capacitou os participantes. A sensibilização do olhar pôde ser trabalhada não só na visitação diária, mas também em ações direcionadas como a com as crianças do Projeto Aparelho e com o público do Projeto Circular Campina – Cidade-Velha.

Projeto Aparelho visita a 8ª edição do Diário Contemporâneo. Foto: Irene Almeida.

A semana da abertura das mostras foi marcada por uma intensa programação. Lívia Aquino realizou a oficina “Fotografar a Fotografia”; o premiado João Urban, a conversa “A presença do retrato na fotografia documentária”; os premiados com residência artística Hirosuke Kitamura e Guido Couceiro Elias e seus respectivos tutores, Alexandre Sequeira e Lívia Aquino, conversaram com o público sobre essa experiência; o artista selecionado Filipe Barrocas aproveitou sua vinda a Belém para lançar seu livro “O corpo neutro”; e o também selecionado, Alex Oliveira, realizou “Fora do lugar – Oficina de fotografia contemporânea”, que teve as imagens produzidas durante a ação, devolvidas a cidade no formato lambe lambe próximo aos locais de sua produção.

Outra oficina realizada foi “O Retrato e o Tempo”, ministrada pelo fotógrafo e professor, Valério Silveira, com uma metodologia que trouxe desde a história da fotografia até a sua técnica, sempre explorando o retrato, foco da 8ª edição.

O Museu da UFPA, que acolhe anualmente a mostra do artista convidado, recebeu Geraldo Ramos e o público para uma conversa, na qual o fotógrafo falou sobre a sua trajetória artística e relação com a Amazônia.

Conversa com Geraldo Ramos, artista convidado. Foto: Karina Martins

O corpo ao limite. Fotografia, cinema e práticas extremas contemporâneas”, ministrado pelo franco-português Samuel de Jesus encerrou a programação de cursos do projeto e apresentou as diversas referências e possibilidades que a arte contemporânea traz.

Já a palestra de encerramento foi “Diálogos sobre Artes Visuais e Amazônia(s)”, do professor e pesquisador John Fletcher, na qual, em conversa com o público e com a curadora e pesquisadora Marisa Mokarzel, ele debateu a visualidade amazônica e a necessidade de questionamento constante por parte do próprio artista. “Nós devemos a todo instante problematizar a arte e seus lugares”, frisou John.

INSPIRAÇÃO

O grande destaque de todos os anos é sempre o trabalho realizado junto às escolas. Quase seis mil alunos tiveram a experiência de poder se envolver com as obras desta edição. Os estudantes do 1º ano da E.F.M. Profº Cornélio de Barros, do bairro da Marambaia, que visitaram as mostras do projeto pelo quarto ano consecutivo, ficaram inspirados e realizaram suas próprias imagens, retratos em preto e branco de familiares e amigos que resultaram na ” I Mostra Fotográfica”.

Segundo José Carlos Silveira, professor responsável, “eles usaram o recurso que está sempre a mão deles, que é o celular, em uma sensibilidade em mostrar rostos, cada qual com a sua história”. A aproximação com o outro e tornar o contato com a arte um hábito foram alguns dos objetivos do trabalho, que mostrou que cada retratado tem uma história que merece ser compartilhada.

O celular, tido por muitos como um vilão, tornou-se um instrumento pedagógico. As fotografias produzidas foram expostas em uma sala destinada somente as artes, decorada pelos próprios alunos e que funciona também como um cinema.

Giovanna Lyssa, de 16 anos, contou que “foi muito interessante ver as fotografias e vídeos que mostravam a arte contemporânea. Quando saímos do museu e voltamos para a escola, o professor teve a ideia de fazer um trabalho conosco, nessa hora nem se pensava na exposição dos alunos, só no trabalho mesmo. Eu percebi que podemos fazer arte com coisas tão simples, isso mostra mesmo o talento das pessoas e hoje tem amigos meus que querem ser fotógrafos. Esse trabalho deu um gás na autoestima, pois nós pesquisamos além do que o professor passou em sala. Ver a exposição e o resultado me deixa muito orgulhosa”, finalizou.

Criado em 2010, o Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia trata-se de um projeto nacional, que em seus anos de atuação contribuiu para a consolidação do Pará como lugar de reflexão e criação em artes, além de proporcionar o diálogo entre a produção local e nacional.

SERVIÇO: O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é uma realização do Jornal Diário do Pará, com patrocínio da Vale, apoio institucional do Museu da Universidade Federal do Pará, Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, do Sistema Integrado de Museus/SECULT-PA e apoio da Sol Informática. Informações: Rua Gaspar Vianna, 773 – Reduto. Contatos: (91) 3184-9310; 98367-2468; diariocontemporaneodfotografia@gmail.com ewww.diariocontemporaneo.com.br.

[ENCERRADO] Inscrições abertas para curso com Samuel de Jesus pelo 8°Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia

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O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia abriu inscrições para o curso “O corpo ao limite. Fotografia, cinema e práticas extremas contemporâneas”, que será ministrado pelo professor e pesquisador franco-português, Samuel de Jesus. A programação ocorrerá nos dias 29 e 30 de junho, de 09 às 13h das 15 às 18h, no Auditório do Museu de Arte Sacra. As inscrições, que são gratuitas, serão realizadas até 25 de junho, via ficha de inscrição disponível no site www.diariocontemporaneo.com.br. As vagas são limitadas.

David Nebreda. Sem título. Série Autorretratos, 2001-2003

A temática desta 8ª edição do Diário Contemporâneo é “Poéticas e Lugares do Retrato” e a proposta do curso de Samuel de Jesus irá aprofundar ainda mais os debates. Segundo ele, “o tema do curso tem como propósito maior a abordagem da questão da fisiognomonia, em relação às várias obras contemporâneas que vêm desmistificar, impossibilitar um certo pensamento utópico que buscou ‘medir’, em sua época, o indivíduo em função das suas supostas características físicas. Tudo isso em meio a um panorama iconográfico composto por representações de corpos que assombram, até hoje, numerosas obras fotográficas, cinematográficas ou ideográficas”.

A fisiognomia leva em conta as marcas do rosto como indicadores e registros da vida. A face seria, assim, uma exteriorização do que o indivíduo tem dentro de si. O rosto e a personalidade, uma leitura através da face. Conhecer o outro através de seus traços fisionômicos.

“Além disso, o curso discutirá e analisará certas figuras apresentadas ou entendidas como ‘antifisiognonômicas’. Serão assim examinados alguns exemplos que não se podem considerar apenas simples elementos de um catálogo ilustrativo de representações contemporâneas do corpo levado ao limite porque eles se constituem, de fato, enquanto lugares de experimentação que desafiam toda leitura normativa”, acrescentou.
Nessa metodologia, o curso tem como âmbito a oferta de duas palestras. A primeira será dedicada a questão da presença e da representação do sentimento da saudade na fotografia contemporânea e a apresentação do livro que apresenta a pesquisa sobre o tema. A segunda focará especificamente no tema descrito acima e que norteia a pesquisa desenvolvida por Samuel atualmente. O curso oferecerá igualmente duas sessões de ateliê prático de leitura de portfólio.

SOBRE

Samuel de Jesus possui graduação em Diplome National dArts Plastiques.DNAP – Ecole Supérieure des Beaux – Arts. Tours (1999), graduação em Artes plásticas / Téoria das artes pela Universidade de Paris I, Panthéon-Sorbonne (1999), graduação em História das Artes – Universidade de Tours (Université Francois Rabelais) (1998), mestrado em Artes plásticas / Teoria das artes pela Universidade de Paris I, Panthéon-Sorbonne (2006) e doutorado em cotutela em Études cinématografiques et audiovisuelles – Universidade de Paris III (Sorbonne-Nouvelle) / Universidade Federal do Rio de Janeiro (2010), sob a direção de Philippe Dubois e de Consuelo Lins. Desenvolveu um pós-doutorado em artes plásticas, em torno da questão das práticas extremas do corpo nas artes contemporâneas, sob a direção de Sônia Salzstein Goldberg, na ECA/USP. Atualmente é Professor Doutor em História da Arte Contemporânea, na Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás e coordenador da programação das artes visuais no Centro Cultural UFG.

AS EXPOSIÇÕES DO DIÁRIO CONTEMPORÂNEO

A exposição “Poéticas e Lugares do Retrato” exibe os trabalhos premiados, selecionados e participações especiais da 8ª edição do Diário Contemporâneo. As obras ficam divididas entre o Museu da UFPA e o Espaço Cultural Casa das Onze Janelas. Além disso, o MUFPA recebe a mostra individual “Interiores”, com trabalhos de Geraldo Ramos, artista convidado. A visitação segue até dia 30 de junho, no MUFPA e 02 de julho, nas Onze Janelas.

SERVIÇO: Diário Contemporâneo inscreve para curso com Samuel de Jesus. As inscrições são feitas pelo site www.diariocontemporaneo.com.br até 25 de junho. O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é uma realização do Jornal Diário do Pará, com patrocínio da Vale, apoio institucional do Museu da Universidade Federal do Pará, Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, do Sistema Integrado de Museus/SECULT-PA e apoio da Sol Informática. Informações: Rua Gaspar Vianna, 773 – Reduto. Contatos: (91) 3184-9310; 98367-2468; diariocontemporaneodfotografia@gmail.com e www.diariocontemporaneo.com.br.

A fotografia e o circuito da arte em conversa com Isabel Amado

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A forte chuva não impediu os interessados em discutir a fotografia de participarem de uma conversa com a curadora e especialista em conservação, Isabel Amado, que é membro da comissão de seleção desta 8ª edição do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia. A varanda do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas recebeu na noite de quarta-feira (22), a fala “Fotografia e o Circuito da Arte: entre o museu e a galeria”.

O curador do Projeto, Mariano Klautau Filho, iniciou apresentado Isabel que “é uma pessoa que atua na área da fotografia desde os anos 80”. Ela comentou sobre as mudanças que a fotografia passou e que muitas delas são bem recentes. “A fotografia mudou profundamente de 30 anos para cá. Estamos em um estágio de maturidade que considero impressionante e louvável. Fico feliz em ver isso”, disse a curadora.

Foto: Lana Machado

Quando surgiu, a fotografia não era considerada uma manifestação artística.  Isabel, que tem grande formação empírica, contou que foi um trabalho exaustivo fazer com que a fotografia saísse do lugar apenas do registro documental e colocá-la no universo da arte.

Da fotografia feita no Brasil, ela destacou o trabalho importante do Foto Cine Clube Bandeirante, um dos mais antigos e importantes fotoclubes brasileiros, “um lugar para estudar, ver e falar sobre fotografia”. O ambiente de experimentação tinha fortes influências da fotografia americana e européia.

Isabel mostrou imagens de fotógrafos como Ademar Manarini, Georges Radó, Gertrudes Altchulz, José Yalenti, Marcel Giró, Paulo Pires, Thomaz Farkas e Geraldo de Barros. Ela também destacou a importância do livro “A fotografia moderna no Brasil”, de Helouise Costa e Renato Rodrigues da Silva. “Esse livro é determinante para entender a fotografia no nosso país”, afirmou.

Ao falar sobre o mercado, ela apresentou os critérios para a legitimação da fotografia e a sua entrada em um museu ou coleção, esses critérios são utilizado por coleções como a do MoMA NY e MAC USP. São eles: a figura do curador como especialista, a valorização do vintage, a fotografia de autor enquanto alguém com uma linguagem particular e a afirmação da autonomia.

Durante a sua fala, Isabel destacou os momentos essenciais da entrada e da afirmação da fotografia no mercado da arte. “A apresentação que eu fiz foi para mostrar para vocês o quanto a fotografia se ampliou nos seus espectros, conceitos e espaços”, acentuou.

O incentivo ao colecionismo é fundamental para fazer a fotografia circular e ter seu valor sempre compreendido.  Para finalizar, a curadora destacou o próprio Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, que ano passado apresentou ao público a coleção de fotografia contemporânea que veio construindo desde o seu primeiro ano de atuação. Uma coleção que se forma bem próximo do momento de produção da obra, sendo assim um registro da produção artística da época em que vivemos.

Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia promove encontro com Isabel Amado

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As inscrições para o 8º Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia encerraram na última sexta (17) e, enquanto o resultado da seleção dos trabalhos ainda não foi decidido, o público de Belém poderá participar de uma conversa sobre a arte fotográfica. A curadora e especialista em conservação, Isabel Amado, que é membro da comissão de seleção deste ano, abrirá a programação formativa do projeto com a fala “Fotografia e o Circuito da Arte: entre o museu e a galeria”.  O evento, que está marcado para o dia 22 de fevereiro, às 19h, na Varanda do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, terá entrada franca.

Do outro lado da Rua, de Luiz Braga. Obra pertencente a Coleção Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia. Foto: Irene Almeida

Hoje, no circuito da arte, existem diversas galerias, museus e feiras que são especializadas em fotografia. O próprio Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é parte deste cenário. Criado em 2010, vem fazendo circular a arte fotográfica nacional, descentralizando os debates sobre ela. Ano passado o projeto apresentou ao público a coleção de fotografia contemporânea que veio construindo desde o seu primeiro ano de atuação. Ela conta com trabalhos de artistas de todas as regiões do país e em diferentes suportes e linguagens.

A fotografia se profissionalizou, se desenvolver e descobriu suas necessidades para se comunicar, mas que acontecimentos marcaram sua entrada no mercado das artes visuais? Segundo Isabel, seu relato começará “pela primeira galeria de fotografia nos Estados Unidos, em 1905, até os dias de hoje, com as galerias atuais e o circuito de feiras de arte contemporânea do Brasil e do mundo. Vou mostrar também algumas importantes coleções de fotografia brasileira”.

Sobre distâncias e incômodos e alguma tristeza, de Alberto Bitar. Obra pertencente a Coleção Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, acervo Museu da UFPA.

Isabel Amado (RJ) é curadora e especialista em conservação. Desde 2000 dirige a empresa Anima Montagens, especializada na organização e na manutenção de arquivos e acervos de fotografia. É sócia da Galeria da Gávea, especializada em fotografia brasileira contemporânea e mantêm um escritório em São Paulo, especializado em fotografias vintage.

SERVIÇO: Diário Contemporâneo realiza Conversa com Isabel Amado. Data: 22 de fevereiro de 2017. Horário: 19h. Local: Varanda do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas (Praça Frei Caetano Brandão s/n – Cidade Velha). Entrada franca. O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é uma realização do jornal Diário do Pará, com patrocínio da Vale; apoio institucional do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, do Sistema Integrado de Museus/SECULT-PA, Sol Informática e Museu da UFPA. Informações: Rua Aristides Lobo, 1055 (entre Tv. Benjamin Constant e Tv. Rui Barbosa) – Reduto. Contatos: (91) 3355-0002; 98367-2468; diariocontemporaneodfotografia@gmail.com e www.diariocontemporaneo.com>> Confirme presença no EVENTO

Diário Contemporâneo abre inscrições para a 8ª edição

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Por: Debb Cabral

O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia realiza em 2017 a sua 8ª edição. Depois de se voltar para a Coleção de Fotografias este ano, o projeto retorna ao formato de edital. “Poéticas e lugares do retrato”, temática escolhida, tem como objetivo selecionar e premiar obras que proponham um diálogo com as práticas e poéticas do retrato, desde a sua configuração tradicional até as experiências e representações que possam expandir os seus lugares e significados enquanto ação artística. As inscrições estão abertas e seguem até 15 de fevereiro de 2017. O edital e a ficha de inscrição estão disponíveis no site www.diariocontemporaneo.com.br.

Belém, Pará, Brasil. Cidade. Palacete Faciola, Martín Pérez, UY e Cecilia Moreno, RN. Artista convidado da 7ª edição do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia. 10/03/2016. Foto: Martín Pérez.
Palacete Faciola. Foto: Martín Pérez

O retrato é uma das mais tradicionais formas da fotografia. Segundo Mariano Klautau Filho, curador do projeto, “a proposta desse tema é trabalhar sobre o gênero retrato, ampliar a sua significação para além da figura humana, ou seja, pensar os espaços em que ocorrem as identificações e identidades e olhar os lugares no quais ocorrem os diálogos”. O Diário Contemporâneo abre espaço também para propostas em vídeo, instalações, projeções e trabalhos que misturam suportes.

São três prêmios no valor de R$10.000,00 cada, sendo que dois deles serão concedidos na forma de bolsa para residência artística nas cidades de São Paulo e Belém. Os selecionados e premiados participarão da 8ª Mostra Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, no Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, que ocorrerá no período de 04 de maio a 02 de julho de 2017.

O artista poderá inscrever-se livremente e concorrer a qualquer um dos prêmios de acordo com a sua linha de trabalho. Serão selecionados no máximo vinte e cinco artistas, incluindo os três premiados.

RESIDÊNCIA ARTÍSTICA

A grande novidade desta 8ª edição são os dois prêmios no formato de intercâmbio. Um artista de Belém fará residência artística em São Paulo, sob a orientação da artista e pesquisadora Lívia Aquino, em parceria com o Atelier Condomínio Cultural; e um artista de fora da capital paraense fará em Belém, sob a orientação do artista e pesquisador Alexandre Sequeira, por meio de seu projeto de pesquisa “Residência São Jerônimo”. A premiação destes será usada como recurso para a realização de sua proposta poética no período de até 45 dias e o resultado será apresentado na mostra junto aos selecionados. “A residência é uma forma de fazer com que os artistas se envolvam mais na formação do projeto”, explicou Mariano.

O JURI

Alexandre Sequeira (PA) é artista plástico e fotógrafo. Mestre em Arte e Tecnologia pela UFMG, doutorando em Arte pela mesma Instituição e professor do Instituto de Ciências da Arte da UFPA. Desenvolve trabalhos que estabelecem relações entre fotografia e alteridade social.

Camila Fialho (RS) é pesquisadora independente em artes. É colaboradora da Associação Fotoativa, na coordenação do Núcleo de Pesquisa e do Laboratório de Projetos. Formada em Letras e Mestre em Literatura Francesa, tem especialização em Práticas Curatoriais e Gestão Cultural. Em suas pesquisas, transita entre reflexões sobre o território da Amazônia contemporânea, tensões entre palavra e imagem, práticas colaborativas e gestão em espaços híbridos independentes.

Isabel Amado (RJ) é curadora e especialista em conservação. Desde 2000 dirige a empresa Anima Montagens, especializada na organização e na manutenção de arquivos e acervos de fotografia. É sócia da Galeria da Gávea, especializada em fotografia brasileira contemporânea, inaugurada em agosto de 2009, no Rio de Janeiro e mantêm um escritório em São Paulo especializado em fotografias vintage.

Aberto a todos os artistas brasileiros ou residentes no país, o Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia trata-se de um projeto nacional, que em seus anos de atuação contribuiu para a consolidação do Pará como lugar de reflexão e criação em artes, além de proporcionar o diálogo entre a produção local e nacional. É uma realização do jornal Diário do Pará, com patrocínio da Vale, apoio institucional do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, do Sistema Integrado de Museus/ Secult-PA, do Museu da UFPA e apoio da Sol Informática.

SERVIÇO: VIII Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia já está com inscrições abertas. Informações: Rua Aristides Lobo, 1055 (entre Tv. Benjamin Constant e Tv. Rui Barbosa) – Reduto. Contatos: (91) 3355-0002; 98367-2468; premiodiario@gmail.com, contato@diariocontemporaneo.com.br e www.diariocontemporaneo.com.br.

Encontros na manhã de domingo encerram “Poéticas, fotografia e museus”

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Por: Debb Cabral

O domingo (12) foi o ultimo dia da programação “Poéticas, fotografia e museus”, promovida pelo Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia. A Sala Valdir Sarubi, do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas foi o local que recebeu os encontros.

Fotos: Irene Almeida
Fotos: Irene Almeida

Na roda de conversa Ionaldo Rodrigues falou sobre a sua produção artística que é voltada para o debate sobre a cidade, como uma fisionomia urbana. “Drenagem”, série que integra a coleção de fotografias do projeto, reúne diversas técnicas fotográficas e segundo o artista “tomou forma a partir da provocação do não-tema realizada na 5ª edição”. O Prêmio contribuiu, assim, para expandir a ideia do ensaio e de seus desdobramentos. Entre as múltiplas técnicas estão o daguerreotipo, pinhole e fotografia digital.

rodas de conversa - diario contemporaneo _ fotos _ Irene Almeida 6

Wagner Almeida trabalha com fotojornalismo há oito anos, desses, quatro foram no Caderno Polícia. Uma realidade de violência e pautas perigosas fazem parte da sua rotina. “O percurso que nós fazemos para chegar até esses locais é bem complicado, muitas vezes nós nos perdemos e na madrugada não tem ninguém para dar informação. No GPS muitos desses lugares não estão nem no mapa”, contou. A violência chama a atenção e dentro daquele contexto do espetáculo, Wagner tem realizado fotos que dão espaço para a intimidade, é assim a série “Livrai-nos de todo o mal”, premiada em 2013.

Imagens silenciosas realizadas no local caótico e estressante que é a cena de um crime. Uma história não direta, que se distancia do fato e se aproxima da construção pictórica.

PINTURA E A FOTOGRAFIA

Jorge Eiró e Geraldo Teixeira realizaram a palestra “Pintura e Fotografia na produção paraense”. Na ocasião, Geraldo falou sobre seus trabalhos recentes nos quais ele tem usado a fotografia como recurso no processo de pesquisa da pintura. “Eu não fotografo só pelo prazer da fotografia, eu fotografo porque já tenho uma segunda intenção”, explicou.

A ideia da documentação, tradicionalmente atribuída à imagem fotográfica, hoje em dia é bastante ampliada. Isso pode ser visto nos trabalhos dos fotógrafos paraenses que relacionam a luz e a cor de uma maneira muito própria. “Tenho, para mim, muitas referências fortes e afetivas com a fotografia paraense”, afirmou Eiró.

Ao final, o público e os convidados se reuniram ao ato que defendeu a permanecia do museu de arte contemporânea no prédio da Casa das Onze Janelas.

O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é uma realização do jornal Diário do Pará, com patrocínio da Vale, apoio institucional da Casa das Onze Janelas, do Sistema Integrado de Museus/ Secult-PA, Sol Informática e Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA).

Sexta-feira de encontros com as poéticas dos artistas

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Por: Debb Cabral

Dando sequência à série de encontros promovidos pela programação “Poéticas, fotografia e mu seus”, do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia, a varanda do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas recebeu na noite de sexta-feira (10) os artistas Véronique Isabelle, Ana Mokarzel, Sávio Stoco e Alexandre Sequeira para falar sobre suas trajetórias.

 Foto: Irene Almeida
Foto: Irene Almeida

Ana Mokarzel tem trabalhos nos dois espaços expositivos, o MUFPA e as Onze Janelas. Ambos os trabalhos se relacionam, ainda que não tenham sido pensados para isso. Destroços, escombros e abandonos estão presentes nas séries “Ausência” e “Permanência”. O primeiro é um trabalho muito casual, com processo bem intuitivo, como um mergulho. “Era uma total ausência, mas eu senti a necessidade de estar ali”, contou Ana. Já “Permanência” surgiu do convite para participar da mostra especial “Belém: ressacas, heranças”, que levou a fotógrafa à uma intensa pesquisa sobre a cidade e o seu passado.

Sávio Stoco veio a Belém para lançar a publicação “Fotografia Contemporânea Amazônica – Seminário 3×3”, premiada na 11ª edição do Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais, mas antes disso ele conversou com o público presente sobre sua produção e o processo que resultou no livro.

O transito de pessoas e a circulação entre os estados da região Norte são as bases para fazer com que a comunicação seja reforçada e eliminar uma fronteira que não é só geográfica. “Essa rede que a gente está fazendo, a gente não está inventando. Essa circulação que está acontecendo, e que a gente está intensificando, tem um lastro histórico”, explicou Sávio.

Véronique Isabelle apresentou um pouco do processo que levou a produção da obra “JEGUATA MBYA YVYJU’PE / A caminhada do povo Guarani Mbya”, que integra a coleção de fotografias do projeto. É um trabalho muito pessoal, que aprofundou as relações com as pessoas e com as paisagens. Uma fotografia relacional intuitiva, emocional e de entrega. “O trabalho da Véronique traz para a Coleção essa experiência de uma fotografia mais alargada”, finalizou o mediador Alexandre Sequeira.

O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é uma realização do jornal Diário do Pará, com patrocínio da Vale, apoio institucional da Casa das Onze Janelas, do Sistema Integrado de Museus/ Secult-PA, Sol Informática e Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA).

Encontro com Jussara Derenji abriu a programação “Poéticas, fotografia e museus”

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Por: Debb Cabral

O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia promoveu no período de 07 a 12 de junho encontros e debates intensos sobre “Poéticas, fotografia e museus”, no Museu da UFPA e no Espaço Cultural Casa das Onze Janelas.  A abertura ficou por conta de Jussara Derenji, diretora do MUFPA, que realizou a fala “Velho ou antigo?” na qual debateu a questão da preservação e da destinação do patrimônio histórico.

Foto: Irene Almeida
Foto: Irene Almeida

“O tempo passa a ser um valor incorporado àquele objeto que nós queremos preservar”, ressaltou ela ao observar que o passado tem um peso que só recentemente passou a ser reconhecido e, consequentemente, preservado.

A escolha do que deve ser deixado para o futuro é uma escolha feita no presente e com base no momento cultural vivido. Jussara contou a história do Museu da UFPA e do prédio onde ele funciona, o qual foi comprado pela universidade em pleno período de ditadura militar e a sua estética se opunha ao ideal de novo da época. “Em Belém nós não temos muitos prédios de períodos anteriores preservados”, observou.

O valor dos museus não está somente nas exposições que por eles passam, mas no lugar que as acolhe. Herança cultural e pertencimento foram fontes de ligação com as questões do esquecimento e da perda que o público participante abordou, interagindo a partir de suas experiências e relações com a cidade.

A cultura de um período impõe como a sociedade que nele vive irá lidar com o patrimônio. As mudanças também marcam a passagem do tempo e das formas como nos relacionamos com aquele patrimônio. “No momento em que constituímos um acervo, uma coleção de arte contemporânea, nós definimos a nossa postura e marcamos qual será a nossa herança”, destacou a arquiteta falando da Coleção Diário Contemporâneo de Fotografia sob a guarda do MUFPA e das Onze Janelas.

Jussara encerrou falando da necessidade de se educar para a cultura e investir na formação das crianças, ação que será fundamental para a preservação do patrimônio histórico no futuro.

O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é uma realização do jornal Diário do Pará, com patrocínio da Vale, apoio institucional da Casa das Onze Janelas, do Sistema Integrado de Museus/ Secult-PA, Sol Informática e Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA).

Diário Contemporaneo encerrará 7ª edição com grande programação

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Por: Debb Cabral

As mostras da 7ª edição do Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia seguem abertas até dia 19 de junho, mas antes disso uma intensa programação formativa irá ocorrer. “Poéticas, fotografia e museus” contará com palestras sobre os museus e rodas de conversas com Guy Veloso, Janduari Simões, Jorane Castro, Miguel Chikaoka, Alexandre Sequeira, Veronique Isabelle, Ana Mokarzel, Walda Marques, Octavio Cardoso, Pedro Cunha, Rosangela Britto, Marisa Mokarzel, Mariano Klautau Filho, Ionaldo Rodrigues, Wagner Almeida, Jorge Eiró e Geraldo Teixeira. A programação que contará também com o lançamento da publicação “Fotografia Contemporânea Amazônica – Seminário 3×3”, de Sávio Stoco, artista e pesquisador de Manaus, terá início no dia 07 de junho, às 19h, no Museu da UFPA, com a palestra “Velho ou antigo?”, de Jussara Derenji  e se encerrará no domingo (12), no Espaço Cultural Casa das Onze Janelas. A entrada é franca e a agenda completa pode ser encontrada no site www.diariocontemporaneo.com.br.

Nas rodas de conversa, os artistas de Belém que integram a Coleção de Fotografias do projeto falarão sobre seus trabalhos e o público poderá conhecer mais sobre as suas trajetórias. Eles mesmos estarão em contato, compartilhando suas experiências e aprendizados de seus anos de atuação na fotografia e nas artes visuais.

Sávio Stoco. Foto: Divulgação
Sávio Stoco. Foto: Divulgação

LANÇAMENTO DE LIVRO

Além dos encontros, o Diário Contemporâneo traz para Belém o artista Sávio Stoco para lançar a publicação “Fotografia Contemporânea Amazônica – Seminário 3×3”, premiada na 11ª edição do Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais. O projeto fomentou debates sobre as artes visuais através do intercâmbio entre os estados amazônicos em seminários realizados entre agosto e setembro de 2015 em Boa Vista, Belém e Manaus. O livro conta com os textos baseados nas falas de Luciana Magno, Alexandre Sequeira, Rodrigo Braga, Sávio Stoco, Anderson Paiva, Alex Pazuello, Anderson Paiva, Cristóvão Coutinho, Raphael Alves, Mariano Klautau Filho e Orlando Maneschy, participantes dos seminários. As particularidades de cada localidade e da produção de cada artista são destaques nesse livro que estará disponível nas formas impressa e virtual, deixando preservadas as memórias e as reflexões, além de servir de referência futura aos pesquisadores da área. A distribuição será gratuita.

A COLEÇÃO DE FOTOGRAFIAS

Em 2016 o Diário Contemporâneo apresentou ao público a coleção de fotografia contemporânea que vem construindo desde o início do projeto ainda em 2010. Ela conta com trabalhos de artistas de todas as regiões do país e em diferentes suportes e linguagens. São trabalhos de Carlos Dadoorian (SP), Luiz Braga (PA), Coletivo Garapa (SP), Ilana Lichtenstein (SP), Lívia Aquino (SP), Lucas Gouvêa (PA), Daniela Alves e Rafael Adorjan (DF e RJ), Emídio Contente (PA), Wagner Almeida (PA), Marcio Marques (SP), Renan Teles (SP), Ricardo Hantzschel (SP), Alex Oliveira (BA), Diego Bresani (DF), Yukie Hori (SP), Francilins Castilho Leal (MG), Ivan Padovani (SP), Ionaldo Rodrigues (PA), Rafael D’Alò (RJ), Randolpho Lamonier (MG), Pedro Clash (SP), Daniela de Moraes (SP), Dirceu Maués (PA), Felipe Ferreira (RJ), Guy Veloso (PA), Júlia Milward (RJ), Marco A. F. (RS), Marise Maués (PA), Marcílio Costa (PA), Pedro Cunha (CE), Tom Lisboa (PR), Tuca Vieira (SP), Véronique Isabelle (Canadá), Alberto Bitar (PA), Ana Mokarzel (PA), Janduari Simões (BA), Jorane Castro (PA), Miguel Chikaoka (SP), Octavio Cardoso (PA), Roberta Carvalho (PA), Walda Marques (PA), José Diniz (RJ), Mateus Sá (PE) e Péricles Mendes (BA).

Como não houve edital, foi realizada então a maior programação formativa da história do projeto, com nomes como Dirceu Maués, Fernanda Grigolin, Gui Mohallem, Eugênio Sávio e Walda Marques nas oficinas, além dos encontros com os artistas.

Confira e compartilhe a programação completa:

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Diário Contemporâneo abre exposições em edição histórica

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Por: Debb Cabral

As noites de 14 e 15 de abril marcaram o lançamento oficial da Coleção Diário Contemporâneo de Fotografia. Na ocasião ainda foi apresentada a mostra especial que também se divide entre o Museu da UFPA e o Espaço Cultural Casa das Onze Janelas. Segundo Mariano Klautau Filho, curador do projeto, apesar de ocorrer na época de comemoração dos 400 anos da cidade, “nós não queríamos transformar uma exposição sobre Belém em algo romantizado e equivocado. Nós estamos em uma cidade potente, uma cidade importante, mas que está repleta de problemas de manutenção, de memória urbana e de cidadania. Então, nossa ideia para esta exposição foi chamar pessoas que estão atuando e pensando essa cidade”, explicou.

Belem.Pará.Brasil. CIDADE. Abertura do VII Premio Diario de Fotografia, na Casa das 11 Janelas. 14/04/2016. FOTOS: jader Paes. Diario do Pará
Foto: Jader Paes/Diário do Pará

O Espaço Cultural Casa das Onze Janelas é o museu de arte contemporânea de Belém, um espaço democrático e já consolidado no cenário artístico nacional. Mariano o destacou como ponto de convergência entre a produção local e a nacional. Ele é o lar de outras coleções de arte contemporânea, as quais a Coleção Diário Contemporâneo de Fotografia se junta. “A Coleção só existe porque há, em Belém, espaços sedimentados de produção e debate artístico”, afirmou.

O Museu da UFPA foi a primeira casa a receber o projeto ainda em 2010, só no ano seguinte o Espaço Cultural Casa das Onze Janelas se juntaria na parceria. Segundo Jussara Derenji, diretora do MUFPA, “formar uma coleção, em dois museus contemporâneos, é um testemunho importantíssimo do nosso tempo. Tempo este que não é tempo muito agradável e não é um tempo de muitas certezas, mas sim um tempo de desencontros. Esta coleção vai permanecer exatamente como testemunho deste tempo que nós estamos vivendo”, disse.

Jussara lembrou da iniciativa de Assis Chateaubriand ao formar a “Coleção Brasiliana”, de grande importância por reunir obras que contam a história da arte brasileira. Essa iniciativa serviu como referência para diversos museus formarem coleções assim. “Na importância eu tenho certeza de que nós teremos, com o Diário Contemporâneo, algo muito similar ao que ele pensou e que conseguiu. Essa coleção honra todos nós e vai ser o nosso testemunho para o futuro”, finalizou.

VISITAÇÃO

A exposição “Coleção Diário Contemporâneo de Fotografia”, que traz os trabalhos que integram a coleção de fotografias do projeto é vista, em 2016, pela primeira vez formando um conjunto constituído oficialmente. As obras ficam sob a guarda do Museu da UFPA e do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas. Além disso, os dois espaços recebem a mostra especial “Belém: Ressacas, Heranças”, com trabalhos de fotógrafos atuantes no Pará. A entrada é franca e a visitação segue até dia 19 de junho.

SERVIÇO: O Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia é uma realização do jornal Diário do Pará, com patrocínio da Vale, apoio institucional do Espaço Cultural Casa das Onze Janelas, do Sistema Integrado de Museus/ Secult-PA, Sol Informática e Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPA). Informações: Rua Aristides Lobo, 1055 (entre Tv. Benjamin Constant e Tv. Rui Barbosa) – Reduto. Contatos: (91) 3355-0002; 98367-2468; contato@diariocontemporaneo.com.br, premiodiario@gmail.com e www.diariocontemporaneo.com.br.